Onde ficam os dados pessoais?
Muitas das pessoas imaginam que seus dados pessoais cujos trafegam pela internet estão “fixadas” aleatoriamente na rede. Isso ocorre devido a uma melhor prática no desenvolvimento de Banco de Dados cujo tem como objetivo abstrair o usuário de todo o lado técnico, fazendo com que a grande maioria do público alvo não possua noções básicas do que realmente ocorre com os seus dados após realizar um cadastro ou alguma busca.
É importante entender qual o caminho que percorrem e qual será a linha de chegada deles. Principalmente em uma época onde a web movimenta tanta informação, sendo dados pessoais e/ou públicos. Vale ressaltar que este também é o período ideal para organizar toda essa bagunça através da Lei Geral de Proteção aos Dados, onde finalmente pessoas sem conhecimento técnico poderão rastrear os dados que fazem alusão a ela.
Mas para onde esses dados vão além de viajar por inúmeros endereços dentro dessa grande rede?
É bem simples de compreender, e tudo dependerá de onde se está emitindo ou recebendo essas informações, se caso for de dentro de uma empresa, de uma residência ou de onde houver alguma conexão, como pontos públicos.
Em casos onde haja transmissão através de ambientes corporativos, os mesmos possuem uma sala reservada para alocar os equipamentos que darão o suporte a estes dados para que possam ficar armazenados e serem transformados. Esta sala é conhecida no mundo de T.I. como Data Center e é onde são contemplados servidores físicos para alojamento dos dados corporativos que em âmbito negocial, pode-se chamar de Intranet.
Quando o cenário é residencial, geralmente os dados ficam guardados localmente, isto é, em um Hard Drive alocado dentro do gabinete. Em casos móveis, pode-se usufruir de cartões SD e Pen Drives para se guardar os arquivos. Caso haja a necessidade de envio de materiais, o encaminhamento será realizado através de antenas alocadas pela cidade para que assim cheguem ao destinatário.
E quanto às demais transmissões?
Bom, além da parte física, há também o processo de transporte, onde existem “N” formas desses conteúdos transitarem pela rede até chegar ao seu computador, celular ou até mesmo no sentido contrário.
Para exemplificar isso, a ligação Half-Duplex, cuja também é conhecida como Semi-Duplex, permite que os dados circulem nos dois sentidos, porém somente em uma direção por vez. Já a ligação full–duplex autoriza os dados de circulem simultaneamente, isto é, a banda larga é dividida em duas para permitir o envio e recebimento das informações por ambos os lados e ao mesmo tempo. Por último, existe a ligação simplex, onde os dados percorrem em apenas um sentido, sempre partindo de um emissor para um receptor.
E com o avanço do que se conhece atualmente como internet, nenhuma empresa mais precisa deter de áreas físicas para resguardar os materiais internos de uma corporação, permitindo que um negócio atue em qualquer parte do planeta Terra e ainda assim haja conexão e sincronização de suas informações. Isso também afeta pessoas físicas, cujas buscam sempre por performance e segurança, afinal a velocidade de transmissão e controle de todo esse conteúdo fica mais transparente para o usuário final.
